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28 de agosto de 2011

Raro.

Depois de uma Jornada pela Europa, tenho muito o que contar para vocês. Mas hoje não quero falar muito, e nem preciso. Deixo que as imagens que eternizei digam tudo por mim. [Peço perdão aos que entendem de fotografia, pois sou ultra-amadora, sei zero regras de fotografia; em minha defesa só posso dizer que é tudo honesto, do fundo da alma.]

Importante, coloquem o play nesta música enquanto dão uma olhadinha nas fotos, foi a trilha sonora dos meus dias. 


E viajem comigo [sim, com J porque é imperativo da 3ª do plural, hehe]!



 



Pronto? Deu o play? É imprescindível, ein? Agora sim... pode por a barra de rolagem pra baixo.



Em 2013.

Em Fátima, arrepios.

Veneza portuguesa.

"O meu posto"

Efervescência.

Ourense do Século XII.

Vigo.

"El Lunes al Sol"

Pátria amada.

de Compostela.

Raízes.

Madrid "You look so good it hurts sometimes."

História.

My place.

Expectativa.

Esta es la juventud del Papa.

... a plena visão.

Lisboa. Em um dia perfeito.

... perfeito.

... e perfeito.

...de muitos outros que virão.

16 de janeiro de 2011

Shall we dance?

Eu amo muitas coisas. Muitas mesmo. 
Com os passar do tempo, talvez este blog revele muitas coisas sobre mim. 
Talvez ele revele coisas sobre mim, para mim mesma!
Mas hoje, quero falar de uma coisa em específico.


Cheguei a fazer faculdade de dança e tranquei. Mesmo com esta separação provisória, todos os dias ela passa pela minha vida de todas as formas. Nem eu sei explicar o que é que me atrai tanto no movimento. Juro que eu não sei, só estando debaixo desta pele pra sentir o que se passa. Mas desde pequena é assim, e desconfio que vai ser pra sempre! Se eu vivesse 5 vidas, ainda assim não teria tempo suficiente pra aprender tudo o que quero.
As vezes um corredor vazio é um convite para o movimento, as vezes uma musica é um convite, as vezes o gingado engraçado de alguém na rua faz minha cabeça fervilhar de possibilidades, e o maior dos convites é um palco vazio (mesmo que eu só esteja lá pra ajudar minha mãe nos bastidores!!! hahaha)... ahhhhh um palco vazio.... tá aí uma coisa que eu tenho certeza. Eu nasci para as coxias, o cheiro das coxias, a visão das cadeiras do teatro (ou a não visão, quando os refletores estão acesos, haha), só aquela atmosfera, o chão com o linóleo, tudo isto faz algo dentro do meu peito palpitar... uma mistura de expectativa, desejo e pertencimento. É, é exatamente isto aí, eu pertenço à dança.
Bom, depois desta divagação... aos fatos: ontem, fomos ao Zapata Mexican Bar para bailar la salsa. Foi muito divertido! Eu adorei, dancei com umas oito pessoas, pelo menos que eu me lembre... e é interessante notar como cada um tem seu jeito de dançar, assim como cada um tem sua personalidade, tem seu timbre de voz, tem sua impressão digital única. Até os sempre metaleiros Marcos e Daniel resolveram arriscar uns passinhos de salsa, cumbia, merengue e reggaeton. Foi ótimo =]]]
Enfim, aconteceu uma coisa engraçada, na última música da noite dancei com um parceiro muito bom... sério, ele dançava muito, parecia o Sebastian da C&A versão salsa! Meu, ele era demais... eu quase não conseguia acompanhar, era um desbunde! Enfim, terminando a dança ele veio conversar comigo. 
Ele não sabia nem meu nome, não haviamos trocado nada além de um: "Hola, chica". Porém, ele chegou e disse que eu deveria dançar e levar a sério, porque não era uma questão só de eu dançar bem... que eu dançava com a alma... e tinha algo dentro de mim, um "planetinha" como ele disse, que tinha que ser habitado. 
Foi então que eu disse que cheguei a fazer faculdade de dança, mas que meu negócio não era dança de salão na época.
E descobri que ele era realmente bailarino... me passou os horários em que está fazendo pesquisa em dança contemporânea e dança de salão lá na casa Hoffman.... e querem saber??? Pra mim, foi um sinal, um convite da vida.
Uma pessoa do além chegar e falar aquilo pra mim. É Deus falando pra eu pensar um pouco nas minhas necessidades e voltar a dançar, senão vou ficar louca.
Ok, ano passado: 11 matérias por semestre, monografia, três estágios... é, não ia rolar. Mas este ano, é algo que eu quero e muito. 
Pensei, voltar pro que eu já conheço: ballet, dança contemporânea? Talvez... 
Tentar algo novo? Dança flamenca, aproveitando mi sangre español e minhas habilidades castanholísticas? hehe... Ou quem sabe, dança de salão (mas só se me ensinarem o Paso Doble HAHA)? hahaha... 
Não importa, alguma coisa eu vou fazer.

Como é bom falar sobre o que se ama! 
Ainda vou fazer isto muito por aqui... 
Beijos, queridos!

12 de janeiro de 2011

Cartas, cartas e mais cartas!

Há anos atrás, de 5 anos para mais, os blogs, o msn, os sites de relacionamentos, e até mesmo os emails não eram tãããão populares entre os pobres mortais.
Então, elas, as cartas, eram as salvadoras do dia!!! E por quanto milênios foram o principal meio de comunicação entre pessoas que se importam umas com as outras...

Éééé, amigos, a minha sessão nostalgia começou esta semana quando fui na casa da minha amiga Thati e reli as cartas que escrevi para ela. Foi muito engraçado e gostoso! Por mais que a internet tenha tornado as coisas mais ágeis e práticas, as cartas tem uma intimidade que nunca nenhum email do mundo vai conseguir alcançar.
Hoje, resolvi organizar as minhas duas (grandes) sacolas das minhas mais de quinhentas (literalmente) cartas e cartões de amigos e amigas. Gente, que viagem no tempo!  
Adorei!
Como a gente tinha assuntos... como a gente inventava códigos mirabolantes para que nossos pais e irmãos não tivessem acesso aos mais importantes nomes. não sei mais decifrar nenhum dos códigos! hahaha
E os enfeites? Os desenhos? O cuidado e o capricho das minhas amigas? (Eu nunca tive muito cuidado e capricho com as cartas que escrevia... embora não faltasse carinho no conteúdo)
E as dobraduras???! Algumas cartas demorei mais tempo desdobrando sem rasgar e descobrindo como dobrar novamente do que lendo a bendita!!

Posso reclamar de muitas coisas na minha vida, mas algo que eu jamais poderei me queixar é dos meus amigos. Deus me deu amigos em qualidade e abundância. É um tema tão importante pra mim que merece um post a parte e por isto corto este assunto por aqui.

O que preciso é agradecer a todos eles e a cada um deles por todo o carinho representado por estas cartas (que eu guardo com igual carinho, viu!).
Katlyn, Susana e Carolline: elas, por exemplo, são responsáveis por mais de um terço de todas as cartas. Meu Deus, onde a gente arranjava tanto motivo pra escrever?
Deve ser porque não há necessidadede um motivo pra escrever. Principalmente quando é pra alguém que se gosta.
Mesmo que hoje, com muito deles eu já não mantenha tanto contato.

A todos eles, muito obrigada, pois estão eternizados nas suas palavras. =]
Adeline, Alceu, Amelia, Ana, Ana Paula, Annelize, Camilla, Carla, Carolline, Cecilia, Cesar, Cláudia, Dayane, Débora, Denise, Diogo, Elaine, Eliane, Elizandra, Fernanda, Isabela, Ivanilde, Jaquelini, Jorge, Juliana, Julio, Katlyn, Kauani, Lais, Leandro, Luc, Noeliton, Patricia, Rafaella, Raquel, Rogério, Sidney, Stéphanie, Stéphanie Sabatke, Susana, Talita, Thatiana, Tiago e Vitor. =]